As investigações já indicavam a possível atuação do morador na receptação de aparelhos celulares subtraídos, havendo, inclusive, informações de que os objetos poderiam estar sendo negociados mediante troca por entorpecentes.
Diante dos fatos e da constatação da situação de flagrância, foi dada voz de prisão ao investigado pela prática, em tese, do crime de receptação. Foram assegurados todos os direitos constitucionais, inclusive o direito ao silêncio e à comunicação com advogado e familiares, sendo o conduzido encaminhado à Delegacia de Polícia para a adoção das medidas cabíveis.
A Polícia Civil segue com as investigações a fim de apurar eventual envolvimento de outras pessoas e a possível ligação com outros crimes patrimoniais ocorridos na região.
